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A Disrupção Feminina no Mundo da Arte

Na semana anterior, abordamos sobre um assunto muito importante e que geralmente incomoda muitas pessoas, que é aquela sombra criativa. Diga-se de passagem, só quem já passou por isso, sabe como é a ansiedade para voltar a produzir, que, consequentemente faz com que os problemas não diminuam. Mas também neste artigo anterior, entregamos “parte de uma solução” para esse problema. Agora, iremos tratar de um assunto bem delicado, mas que, com toda certeza deve ser explorado, principalmente no mundo artístico.

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2020 é um ano de resiliência, mas, principalmente, de transformação. Setores e indústrias de entretenimento, mídia, política e tecnologia sofreram mudanças drásticas e positivas, mas, essa evolução não para por aí. O mundo artístico em 2020 está sofrendo uma disrupção muito elevada no quesito inclusivo para pessoas que tradicionalmente foram excluídas dele. A preocupação e conscientização em massa tem feito com que esse setor também mude. Afinal, a inclusão é algo extremamente necessária para tornar a arte acessível, tanto para artistas, quanto para amantes de arte e, a descentralização de exposições artísticas somente em galerias físicas, também tem ajudado muito nesse quesito de inclusão e descentralização do papel artístico somente dos grandes nomes. Hoje, qualquer pessoa que tenha o mínimo de técnica, seja desenvolvido em alguma escola, ou, como autodidata, consegue expôr seu trabalho para grandes públicos de maneira online, agregando inovação, disrupção e autoridade.

A mudança dentro de todos esses mercados, nos deixa a questão, de como as mulheres artistas, estão sendo realmente beneficiadas com a evolução mundial e conceitual. Pois, alguns artigos e notícias mostram que essa evolução tem as beneficiado com maior reconhecimento por suas grandes contribuições artísticas e ganhado mais reconhecimento e respeito pelo público e curadores.  Apesar do momento positivo, no entanto, a lacuna entre a visão e a realidade permanece significativa.

 

O movimento feminino preserva a igualdade entre os homens e mulheres, o que é completamente importante para a evolução da sociedade. Já trazendo esse conceito para o mundo artístico, embora as mulheres artistas tenham ganhado maior exposição nos últimos anos, elas continuam a lutar por uma representação igual. Com estatísticas gringas, de acordo com o National Endowment for the Arts, quase metade dos artistas visuais nos Estados Unidos são mulheres, mas elas representam apenas 30% dos artistas representados por galerias americanas. O Museu Nacional das Mulheres nas Artes também descobriu que as mulheres artistas ganham 26% menos do que os homens. E os museus também não estão isentos; apenas 11% de todas as aquisições e 14% das exposições em 26 instituições americanas proeminentes na última década foram trabalhos de artistas mulheres.

 

Em um mundo que costuma valorizar a expressão individual e o mérito comunicativo de ideias, problemas de desigualdade se destacam fortemente. Os colecionadores analisam o histórico de vendas do leilão ou da galeria para validar o preço de uma obra de arte. Portanto, se uma artista feminina carece dessa história, é difícil defender o valor de seu trabalho. Isso cria um ciclo de autoperpetuação de valorização do gênero em detrimento do talento que, até recentemente, era difícil de abordar. Graças a mudanças mais amplas no mundo da arte, isso pode não acontecer por muito mais tempo.

Um novo visual para o mundo artístico

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(imagem: pexels)

Na última década, o mundo da arte tomou medidas para lidar com essa disparidade para suas artistas femininas. Em particular, uma nova frente está liderando oportunidades únicas para artistas em geral que buscam promover seu nome e o alcance do seu portfólio e o melhor de tudo, é que essas iniciativas, podem literalmente reverter esse desequilíbrio do mundo artístico.

 

As galerias de arte online têm uma posição única para fornecer às mulheres uma plataforma igualitária para compartilhar arte com a comunidade global. Aqui na Artluv, por exemplo, em torno de 67% do nosso público, entre artistas e amantes de arte, são mulheres, o que significa que, em 4 anos, a Artluv foi capaz de trazer o mundo feminino interessado por arte, aumentando a paridade de gênero, o que é muito difícil quando falamos de um espaço físico.

 

O sucesso escalável das mulheres em galerias online, quebra todos os argumentos de suas contrapartes físicas, de que os artistas masculinos vendem mais. Sem desvantagens e em situação igualitária, elas conseguem obter sucesso tão prontamente ou até mais que os homens e, mesmo instituições tradicionais, como o Museu de Arte de Baltimore começaram a tomar uma posição para corrigir essa desigualdade, que é obter obras de arte somente criadas por mulheres neste ano de 2020.

Uma representação mais justa em organizações mais tradicionais é um bom começo, mas uma simples atitude como essa, não irá reequilibrar e corrigir os problemas instaurados de muitos anos.

Mais mulheres em papéis de liderança artística

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(imagem: pexels)

Não é somente no mundo empresarial tradicional que mulheres tem pouco espaço ou desigualdade salarial. Embora as mulheres constituam, de certa forma, a maioria da equipe profissional de museus de arte, elas continuam sendo sub-representadas em cargos de chefia. De acordo com pesquisas feitas em 2018 em alguns museus de arte internacionais. as mulheres ficam atrás dos homens em cargos de liderança e em salário, bem falamos como no início desse parágrafo. Elas ocupam apenas 30% dos cargos de liderança e ganham em torno de 25 a 30% menos que eles e essa diferença cresce ainda mais quando falamos de museus com orçamentos superiores a US $15 Milhões de dólares.

 

Qual o embasamento para essa diferença?

Te digo que: NENHUM!

Estudos feitos com as empresas Fortune 500, com três ou mais mulheres no conselho e/ou direção, superou outras empresas com 53% mais retorno entre ações, 42% de retorno sobre vendas e 66% mais retorno sobre o capital investido. Outra pesquisa da OIT, Organização Internacional do Trabalho, com 13 mil empresas do mundo inteiro, revela que, 3 a cada 4 empresas obtiveram entre 5 e 20% de aumento nos lucros, além de apresentar melhora na criatividade, inovação e abertura, além de ter beneficiado suas reputações.

Não só as mulheres líderes no mundo da arte trazem diferentes perspectivas e experiências, mas também podem ser boas para os resultados financeiros. Um estudo das empresas Fortune 500 com três ou mais mulheres no conselho superou outras empresas com 53% mais retorno sobre ações, 42% retorno sobre vendas e 66% mais retorno sobre capital investido. O mundo da arte deve seguir o exemplo do setor privado, que embora ainda tenha muito espaço para crescimento, fez grandes avanços na inclusão de mulheres em cargos de liderança.

 

Para que o mundo da arte avance, as mulheres devem ser vistas e ouvidas, e isso começa com mais mulheres em posições de liderança!

Curadores reconhecendo falhas passadas

A participação no preço em um leilão de obras feitas por mulheres na última década foi de insignificantes 2%. Embora essa métrica demonstre como as barreiras são significativas para as mulheres no mercado de arte tradicional, os curadores podem ser a chave para mudar isso. Aqui na Artluv nos esforçamos conscientemente para apresentar uma seleção de trabalhos de alta qualidade tão diversa quanto possível, por artistas de diferentes gêneros e raças e que estão trabalhando em uma variedade de diferentes meios e estilos.

 

Ao reconhecer o trabalho de artistas talentosos que não conseguiram superar as barreiras da cena tradicional de galerias, os curadores podem ajudar a reequilibrar o mundo da arte de cima para baixo. Construir uma galeria online inclusiva que apóie talentos em relação ao gênero é essencial para fazer o mundo artístico avançar e se tornar escalável.

Acesso global normalizado

As galerias tradicionais lutam para capacitar artistas de todo o mundo porque as instituições tradicionais não podem manter uma presença igual em locais diferentes ao mesmo tempo. As galerias online, por outro lado, permitem que artistas em lugares distantes vendam para colecionadores de todo o planeta.. Este modelo mais democrático beneficia aqueles que têm sido tradicionalmente sub-representados, incluindo mulheres, permitindo que um grupo maior de artistas talentosos ganhe visibilidade e reconhecimento.

Galerias refletindo a realidade

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(imagem: pexels)

Não faltam trabalhos de destaque feitos por mulheres artistas brilhantes – e suas obras vendem tão bem quanto qualquer artista masculino. As mulheres devem ter representação igual em museus e galerias, e essas exposições devem obter tanta cobertura quanto as exibições de seus colegas homens. Todos, de curadores a colecionadores, devem trabalhar para garantir que o mundo da arte reflita melhor a sociedade em que vivemos.

 

Estamos progredindo no sentido de criar um mundo da arte que seja mais acolhedor, transparente e inclusivo. Embora esse progresso possa parecer lento às vezes, novas vias de acesso, como galerias online, fornecem impulsos muito necessários para os sub-representados. Alcançar a paridade de gênero entre os artistas e visibilidade igual para grupos sub-representados, incluindo artistas de cor e aqueles de mercados não tradicionais, irá garantir um mundo da arte mais igualitário e emocionante para todos.

 

Abaixo, com muita admiração, listamos 7 mulheres brasileiras que deixaram sua marca no mundo artístico

 

A idealização da figura feminina, como um arquétipo, existe em todas as sociedades. Muitas vezes, conforme a imaginação masculina, com a qual também tem sido construída a autoimagem feminina. A representação da mulher na arte surge como uma imagem, da qual fazem parte atributos diversos, como beleza física, conformação saudável, formas generosas e maternais.

 

São muitas as imagens femininas captadas pela arte ao longo da história. Sucedendo-se, por vezes se sobrepondo, essas imagens sempre espelharam o papel da mulher em nossa sociedade tal como ele se revelava a cada nova época.

 

Estudando os movimentos artísticos da pré-história à contemporaneidade, podemos compreender as transformações da figura feminina tão ricamente reveladas pela arte em períodos diversos da história. A arte possui um papel significativo, no sentido em que mostra enquanto expressão, movimentos históricos e mudanças sociais.

Anita Malfatti, 1889-1964, São Paulo, São Paulo

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Filha de imigrantes (pai italiano e mãe norte-americana), Anita Malfatti foi fortemente influenciada pela mãe, que pintava e desenhava, e provavelmente nem sonhava que a filha se tornaria uma das mais importantes pintoras brasilieiras. Vítima de uma atrofia congênita na mão direita, Anita aprendeu a escrever, desenhar e pintar com a mão esquerda. O primeiro contato com a arte expressionista alemã em 1910, quando foi para Berlim e freqüentou a Academia Real de Belas Artes. A primeira exposição individual aconteceu em 1914, em São Paulo. Uma exposição sua, Primeira Exposição de Arte Moderna no Brasil, 1917-1918, inaugurada em dezembro de 1917, deu início ao Modernismo, que tem o seu ápice na Semana de Arte Moderna de 1922. Nesta exposição, ela conheceu Mário de Andrade, que tornaria seu grande amigo. O primeiro contato, no entanto, não foi dos mais amigáveis, já que o escritor gargalhou diante de obras da artista. O Homem Amarelo, uma das obras que foi alvo da ironia de Mário de Andrade, foi adquirida por ele anos mais tarde.

 

Filha de imigrantes (pai italiano e mãe norte-americana), Anita Malfatti foi fortemente influenciada pela mãe, que pintava e desenhava, e provavelmente nem sonhava que a filha se tornaria uma das mais importantes pintoras brasilieiras. Vítima de uma atrofia congênita na mão direita, Anita aprendeu a escrever, desenhar e pintar com a mão esquerda. O primeiro contato com a arte expressionista alemã em 1910, quando foi para Berlim e freqüentou a Academia Real de Belas Artes. A primeira exposição individual aconteceu em 1914, em São Paulo. Uma exposição sua, Primeira Exposição de Arte Moderna no Brasil, 1917-1918, inaugurada em dezembro de 1917, deu início ao Modernismo, que tem o seu ápice na Semana de Arte Moderna de 1922. Nesta exposição, ela conheceu Mário de Andrade, que tornaria seu grande amigo. O primeiro contato, no entanto, não foi dos mais amigáveis, já que o escritor gargalhou diante de obras da artista. O Homem Amarelo, uma das obras que foi alvo da ironia de Mário de Andrade, foi adquirida por ele anos mais tarde.

Tarsila do Amaral, 1886-1973, Capivari, São Paulo

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Considerada um dos nomes mais fortes do movimento modernista brasileiro, Tarsila do Amaral começou a pintar em Barcelona, na Espanha, onde concluiu seus estudos. Depois de ter se separado do marido, começou a estudar escultura em 1916, em São Paulo. Posteriormente, Tarsila estudou também desenho e pintura.Em 1920, Tarsila embarca para a Europa, com o objetivo de estudar na Académie Julian em Paris. Dois anos depois, regressa ao Brasil para atuar entre o grupo modernista, juntamente com Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia. Nessa mesma época, começa o seu romance com o escritor Oswald de Andrade, com quem fica até 1930. Seus quadros mais famosos são o Abaporu, de 1928, e Operários, de 1933. O Abaporu foi dado de presente de aniversário para Oswald de Andrade. Empolgado com a obra, ele criou o Movimento Antropofágico.

Djanira Motta e Silva, 1914 – 1979, Avaré, São Paulo

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Pintora, desenhista, ilustradora e cenógrafa, Djanira Motta e Silva começou a desenhar quando se tratava de uma tuberculose, em São Paulo, nos anos 30. O contato com a arte torna-se mais estreito quando ela se muda para o bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro.

No ano de 1943, Djanira expõe pela primeira vez, na Associação Brasileira de Imprensa. Morando em Nova York de 1945 a 1947, sofre influência de Pieter Brueghel. De volta ao Brasil, pintou o mural Candomblé, na casa do escritor Jorge Amado. No Rio de Janeiro, foi uma das participantes mais engajadas do Movimento pelo Salão Preto e Branco, um protesto de artistas contra os altos preços do material para pintura. Uma de suas obras públicas mais importantes foi feita em 1963: o painel de azulejos Santa Bárbara, com 160 m2, no túnel Catumbi, Laranjeiras, Rio de Janeiro. Profundamente religiosa, Djanira ingressou a Ordem Terceira Carmelita e foi a primeira artista latino-americana a ter obras no Museu do Vaticano: o quadro Santana de Pé, doada ao acervo do museu, foi pintada com o braço esquerdo, pois ela havia fraturado a clavícula.

Pagu, 1910-1962, São João da Boa Vista, São Paulo

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Pintora, desenhista, ilustradora e cenógrafa, Djanira Motta e Silva começou a desenhar quando se tratava de uma tuberculose, em São Paulo, nos anos 30. O contato com a arte torna-se mais estreito quando ela se muda para o bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro.

No ano de 1943, Djanira expõe pela primeira vez, na Associação Brasileira de Imprensa. Morando em Nova York de 1945 a 1947, sofre influência de Pieter Brueghel. De volta ao Brasil, pintou o mural Candomblé, na casa do escritor Jorge Amado. No Rio de Janeiro, foi uma das participantes mais engajadas do Movimento pelo Salão Preto e Branco, um protesto de artistas contra os altos preços do material para pintura. Uma de suas obras públicas mais importantes foi feita em 1963: o painel de azulejos Santa Bárbara, com 160 m2, no túnel Catumbi, Laranjeiras, Rio de Janeiro. Profundamente religiosa, Djanira ingressou a Ordem Terceira Carmelita e foi a primeira artista latino-americana a ter obras no Museu do Vaticano: o quadro Santana de Pé, doada ao acervo do museu, foi pintada com o braço esquerdo, pois ela havia fraturado a clavícula.

Hilda Hilst, 1930-2004, Jaú, São Paulo

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Nascida em 1930, Hilda Hilst foi uma poeta, dramaturga e cronista brasileira. Com mais de 40 livros escritos e publicados entre 1950 e 2000, foi considerada um das principais escritoras em língua portuguesa do século XX. Chegou a estudar no colégio Santa Marcelina e a frequentar o Curso Clássico da Escola Mackenzie, morando, durante algum tempo, em um apartamento na Alameda Santos. Ganhou diversos prêmios, como o “Prêmio Jabuti”. Suas obras foram traduzidas para o alemão, francês, inglês, italiano e espanhol, ganhando prestígio mundial.

Lygia Pape, 1927-2004, Nova Friburgo, Rio de Janeiro

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Foi uma gravadora, escultora, pintora, cineasta, professora e artista multimídia brasileira, identificada com o movimento conhecido por neoconcretismo.

Lygia Pape iniciou seus estudos em arte com os gravadores Fayga Ostrower e Ivan Serpa. Deixou uma obra marcada pelo abstracionismo geométrico e por uma diversificação exemplar. Uma de suas obras mais instigantes é o Livro Noite e Dia, um conjunto de 365 peças de madeira diferentes umas das outras, em tons que vão do branco ao cinza. Importante representante da arte contemporânea no Brasil, Lygia possui uma trajetória artística que se iniciou com o abstracionismo geométrico.

Maria Bonomi, 1935, Meina, Itália

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Maria Anna Olga Luisa Martinelli Bonomi é uma renomada artista plástica ítalo-brasileira que trabalha como gravadora, escultora, pintora, muralista, curadora, figurinista, cenógrafa e professora.

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Disponibilizamos a criação de Galeria de Artista. Trata-se de um espaço onde novos artistas e artistas renomados podem expor suas obras de arte. Sem precisar entender de programação ou desenvolver um website.

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