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Artista Cinthya Verri explora o universo da subcultura japonesa em exposição “Baby Doll”

A mostra da artista Cinthya Verri “Baby Doll – Toda Mulher pode ser uma boneca” evoca duas tendências de comportamento próprias do Japão, que provocam ampla discussão sobre afetividade e sexualidade: as Gyaru e as Dutch Wives.
Gyaru é o nome de uma subcultura da juventude japonesa na qual adolescentes compõem caricaturas de estereótipos femininos, transformando-se em “bonecas vivas”. Esse movimento começou no início da década de 1990, quando meninas do ensino médio adotaram um estilo com cabelos castanhos, saias escolares curtas e pele artificialmente bronzeada, agarradas a bolsas de luxo europeias e usando cachecóis Burberry. Assim nasciam as gyaru (pronúncia japonesa da palavra derivada do inglês girl: “gal”).
Dutch Wives são manequins de silicone ultrarrealistas. Há alguns anos, observa-se que alguns homens assumem um relacionamento amoroso e sexual com suas bonecas. Elas inclusive possuem opções de rosto e de cabelos. As bonecas também são adquiridas com algumas peças de vestuário e lingerie inclusas, para que o proprietário não precise se constranger no comércio.
As Dutch Wives e as Gyaru são retratadas em 21 trabalhos entre mosaicos, couros, gravuras e telas.
A provocação “Baby Doll — Toda Mulher pode ser uma boneca” interferirá na arquitetura da Andreus Galeria, trazendo no interior de um cointainer as obras da mostra. A abertura contará com a presença de Gyarus de várias cidades brasileiras.

Confira outros trabalhos da artista em sua página na Artluv: Cinthya Verri

Exposição de Cinthya Verri na Andreus Galeria
(Nestor Pestana, 109 | Consolação | São Paulo)
De 5 a 27 de outubro de 2017 | Entrada Franca
Visitação de segunda à sexta, das 10:00 às 17:00

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