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Os artistas mais icônicos de Nova Iorque

 

Jean-Michel Basquiat
Poucos artistas tiveram Nova Iorque tanto em sua alma como Basquiat. Nascido no Brooklyn, ele começou como um artista de graffiti, em Manhattan; Até o início dos anos 80 ele transitou pela música, pintura e uma infinidade de técnicas e “mídias”, tocando em assuntos como a Cultura Afro-Americana e Street Art, sua arte mostrou-se extremamente popular por 24 anos, suas obras são ou foram vendidas a museus e colecionadores privados por milhares e até milhões de dólares. Infelizmente, o seu sucesso ajudou a leva-lo à ruína; Basquiat morreu em 1988, aos 27 anos de idade, devido ao uso de drogas.

 

 

Andy Warhol
Warhol nasceu e cresceu em Pittsburgh, mas foi só quando mudou-se para Nova Iorque em 1949, que começou a sua ascensão no mundo da arte. Como um artista gráfico, fazia anúncios e começou a expor seu trabalho em Galerias de Arte na década de 1950, ajudando a popularizar a Arte Pop nos EUA. No entanto, foi na década de 1960 que encontrou um estilo próprio. Sua personalidade e seu trabalho, tornaram-se referências para a cultura da época; Além de suas pinturas, ele criou filmes experimentais em seu atelier conhecido como The Factory –. Ele permaneceu no topo da cena artistica de Nova Iorque, até a sua morte em 1987.

 

Jackson Pollock
Pollock nasceu em Wyoming e passou grande parte de sua vida criativa em Hamptons, mas foi em Nova York que ele criou sua marca registrada. Seu estilo único de criação, por meios extremamente não-tradicionais – métodos-gotas – ou atirando tinta sobre uma tela no chão. Sua morte ocorreu em 1956. O Museu de Arte Moderna, que realizou retrospectivas de seu trabalho em 56, 67 e 98, possui várias de suas obras em exposição permanente.

 

 

 


Marc Chagall
Nascido na Rússia, Chagall passou grande parte de seus primeiros anos como artista na França, mas quando os nazistas invadiram o país, o artista franco-judaíco fugiu para os Estados Unidos. Em terra estrangeira, Chagall encontrou refúgio em Nova Iorque, entre outros artistas que tinham fugido da perseguição na Europa. Ele voltou para a França em 1948, onde viveu até sua morte, mas não antes de impactar a cena de arte de Nova Iorque, criando inúmeras pinturas, cenografias e figurinos para o New York Ballet Theatre.

 

 

 

Roy Lichtenstein
Nascido e criado em Manhattan, Lichtenstein fez parte da cena de Pop Art dos anos 1950 e 60. Sua arte pode ser vista no Museu de Arte Moderna. Mas como um bom novaiorquino, ele também presenteou a cidade com uma obra de arte para todos os gostos, ele criou o mural de 17 metros na Times Square – Estação 42nd St do Metrô.

 

 

 

 

Marcel Duchamp
Apareceu na cena de arte de Nova Iorque graças a sua famosa obra de 1912, “Nude Descending a Staircase No.2”. Ele ajudou a fundar a Sociedade de Artistas Independentes, uma organização dedicada ao avanço da arte de vanguarda; foi também durante o seu período em Nova Iorque que trabalhou em sua obra-prima de inspiração futurista, “The Bridge Stripped Bare by Her Bachelors, Even (The Large Glass)”.

 

 

 

 

Keith Haring
Haring surgiu da cena do graffiti, – como Jean-Michel Basquiat – no final dos anos 1970 e 1980, e atraiu a atenção de artistas notáveis de Nova Iorque, como Andy Warhol. Mas onde a arte de Basquiat incidia sobre as duras realidades da experiência Afro-Americana, as obras de Haring – abertamente homossexuais – tratavam em grande parte da sexualidade. Nos últimos anos, o medo da AIDS se tornaria um assunto forte em seu trabalho, e que foi tragicamente verdadeiro para sua vida; a doença acabou atingindo-o em 1990.

 

 

 

Edward Hopper
Nascido em Nova Yorque, a carreira de Edward Hopper seguiu o caminho inverso de muitos artistas famosos. Longe de alcançar breve sucesso, ele se esforçou para encontrar um “ponto de apoio criativo” por várias décadas. Foi apenas alguns anos depois, quando se mudou-se para Greenwich Village que ele se tornou bem sucedido. Ele continuou a criar obras de arte icônicas quando já tinha idade avançada. Acabou morrendo em seu atelier com 84 anos, mas seu legado permanece forte em NY.

 

 

 

Cindy Sherman
Através da lente de sua câmera, Cindy Sherman abordou temas como o feminismo, contos de fadas, pornografia e moda. A identidade do seu trabalho fez dela uma artista referência para a geração selfie. Atuando como fotógrafa e modelo dos seus próprios trabalhos, não utilizava assistentes. Com sua câmera, criou imagens que inspiram, perturbam, intrigam e surpreendem.

 

 

 

Elizabeth Murray
Integrando um grupo de artistas que ajudou a dar vida nova ao abstracionismo modernista no final do século 20, com sua brilhante pintura, Elizabeth Murray abordou temas tradicionais, como as relações humanas, de forma totalmente não-convencional. Pintando em telas de formato incomuns, com tinta em camada tão espessa que até parece tridimensional. Como resultado, ela é uma das poucas mulheres que tiveram uma retrospectiva no Museu de Arte Moderna, que aconteceu um ano antes de sua morte em Nova Iorque em 2007.

 

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